Jornalismo em treinamento e ação


Alunas do UniFOA participam do Estágio de Correspondentes de Assuntos Militares na AMAN

Publicado em 29/11/2016 16:45

Para fornecer aos estudantes de comunicação do Sul Fluminense informações sobre o Exército Brasileiro e a fim de prepara-los para agir em coberturas de ações militares, seis alunas de jornalismo e publicidade e propaganda do UniFOA participaram do Estágio de Correspondente de Assuntos Militares (ECAM), realizado na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, entre os dias 7 e 16 de novembro. Durante o estágio, os acadêmicos faziam a cobertura da simulação de conflito de um país contra o exército da retomada. Considerada como a maior operação do exército, essa simulação faz parte Manobra Escolar, que treinou 4.500 militares de oito escolas do Exército Brasileiro. 

O ECAM foi iniciado com dois dias de palestras sobre as operações militares realizadas, a relação do exército com a mídia e a guerra, além de falar detalhadamente sobre o Exército Brasileiro e esclarecer dúvidas dos universitários das faculdades participantes. A parte prática não englobou somente a realização da cobertura do conflito da Manobra Escolar, mas também atividades feitas em campo e de rotina militar. Os acadêmicos puderam realizar atividades como progressão noturna, rapel, abrigo, obtenção de água e fogo, primeiros socorros, torneio de tiro ao alvo e voos de helicóptero para reconhecimento de território. 

Para a aluna Vitória Paiva, que participou pelo segundo ano do estágio, essas atividades foram importantes para quebrar alguns medos já que algumas instruções têm carga psicológica elevada. “Foi muito bom aprender sobre cada prática e ter a vivência do jornalismo em área de conflito. Fizemos coisas que não pensaríamos em fazer, como atirar e viver um pouco da rotina militar. Saí da AMAN realizada e com muito aprendizado novo”, acrescenta a aluna. 

Durante a cobertura da manobra e divididos em três grupos de mídia, os alunos eram responsáveis pelo fluxo de informações das atividades, fazendo produção de matérias, cobrindo os eventos como invasão do inimigo e transposição no Rio Paraíba do Sul, além de participar de entrevistas coletivas com a Força Terrestre Componente, produção de vídeos e materiais de mídia. 

A acadêmica de Publicidade e Propaganda Luíza Luth aprovou a experiência, que superou todas as suas expectativas. “Como publicitária pude aprender um pouco mais sobre comportamentos de correspondência militar, onde todos somos formiguinhas tentando fazer um bom trabalho. Aprendemos, além das técnicas de mídia, a lidar e conhecermos melhor a nós mesmos e assim pudemos saber lidar mais facilmente com nossos limites e medos”, finaliza a futura publicitária.


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